terça-feira, 20 de novembro de 2007

Clichê

Eu queria entender quando o clichê deixou de fazer sentido.

Quando a música deixou de tocar meu coração com a mesma intensidade de outrora.

Quando o canto dos pássaros tornou-se mais um ruído em meio ao turbilhão da aurora na cidade grande.

Quando o motor do carro passou a ser sinônimo de silêncio...

Estou ouvindo a música que não me chega.

Onde foram parar minhas emoções?

Estou sentindo algo sequer?

Creio que não.

Não gosto.

Não.

Quero ter o equilíbrio bom, aquele de quem chora mas também ri.

Não quero ser o equilíbrio de quem não sente.

Quero me arrepiar com o vento estranho

Com o canto choroso

Sorrir com a alegria de Elis

Abraçar o meu presente

E vive-lo até meu futuro.

Quero a alegria do clichê, do piegas

Quero ficar com cara de boba, sentir raiva,

Quero sentir....

Quero minha pele queimando de paixão

E meu coração batendo de alegria

Meus olhos úmidos da poesia

Da arte que finalmente encontra minh’alma

E a faz sacudir-se: viva!

2 Comentários:

Às 21 de novembro de 2007 às 05:17 , Blogger Unknown disse...

driiiiii...
tb já te amo tantoooooooo.... o que foi nossa viagem na paulista???!!! rsrsrs
amei o blog..
adoro ler.... muuuito bom!!!!
bjoks garotinhaaaaaaaaaaa

 
Às 21 de novembro de 2007 às 09:31 , Blogger A.S. disse...

Bruuuuuuuuuuuuuu!!!

(Poxa, esqueci de pedir autorização pra Olenka... não conta pra ela, tá? rsrs)

Bru! as músicas pediam, imploraaaavam pela Av. Paulista!!
Ouvir Chico, na Paulista... foi tudo.... pra ser perfeito mesmo, teríamos que estar no Rio.... mas Chico é bom em qualquer lugar....

Amoooo vc!
Beijoooos!!!!

 

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

<< Página inicial