Clichê
Eu queria entender quando o clichê deixou de fazer sentido.
Quando a música deixou de tocar meu coração com a mesma intensidade de outrora.
Quando o canto dos pássaros tornou-se mais um ruído em meio ao turbilhão da aurora na cidade grande.
Quando o motor do carro passou a ser sinônimo de silêncio...
Estou ouvindo a música que não me chega.
Onde foram parar minhas emoções?
Estou sentindo algo sequer?
Creio que não.
Não gosto.
Não.
Quero ter o equilíbrio bom, aquele de quem chora mas também ri.
Não quero ser o equilíbrio de quem não sente.
Quero me arrepiar com o vento estranho
Com o canto choroso
Sorrir com a alegria de Elis
Abraçar o meu presente
E vive-lo até meu futuro.
Quero a alegria do clichê, do piegas
Quero ficar com cara de boba, sentir raiva,
Quero sentir....
Quero minha pele queimando de paixão
E meu coração batendo de alegria
Meus olhos úmidos da poesia
Da arte que finalmente encontra minh’alma
E a faz sacudir-se: viva!

2 Comentários:
driiiiii...
tb já te amo tantoooooooo.... o que foi nossa viagem na paulista???!!! rsrsrs
amei o blog..
adoro ler.... muuuito bom!!!!
bjoks garotinhaaaaaaaaaaa
Bruuuuuuuuuuuuuu!!!
(Poxa, esqueci de pedir autorização pra Olenka... não conta pra ela, tá? rsrs)
Bru! as músicas pediam, imploraaaavam pela Av. Paulista!!
Ouvir Chico, na Paulista... foi tudo.... pra ser perfeito mesmo, teríamos que estar no Rio.... mas Chico é bom em qualquer lugar....
Amoooo vc!
Beijoooos!!!!
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